Segundo o autor, esse é o mais sério mito pois é muito forte sua aceitação que até mesmo intelectuais de renome aceitam essa ideia. O problema dessa afirmação é que ela acaba com a inegável variedade linguística brasileira e exclui qualquer pessoa que não fale no modo dessa "unidade" que nuca existiu. Até parece que no Brasil, um país de mais de 190 milhões de pessoas e o 5 º maior em extensão territorial do planeta, todos falamos da mesma forma!?
sábado, 29 de agosto de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Linguagem oral na Educação Infantil
A fala é o principal instrumento de comunicação das crianças com os professores e seus colegas. Todos precisam saber se expressar e usar a linguagem em variadas situações.
TEMPO: De 10 a 15 minutos.
ESPAÇO: Sala de aula ou biblioteca.
MATERIAL: Livros e fantoches.
OBJETIVOS: Desenvolver a criatividade; o respeito pela fala do outro; e o discurso narrativo.
Organize as crianças sentadas em roda e comece contando uma história que elas conheçam bem. Pode ser um conto ou uma fábula. Repentinamente, pare e peça a elas que continuem, sendo fiéis ao texto ou inventando. Deixe-as contar até um determinado trecho e retome lendo a história original. É possível também inverter a ordem pedindo que os pequenos contem ou criem o início. Deixe fantoches e fantasias à disposição para a atividade ficar mais interessante.
domingo, 31 de maio de 2015
20 metas do Plano Nacional de Educação
O Plano Nacional da Educação (PNE) traça objetivos e metas para o ensino no País em todos os níveis (infantil, básico e superior) para serem cumpridos até 2020. A meta mais polêmica é a 20, que trata do percentual do PIB que deve ser investido em educação. Para garantir o que chama de "revolução no ensino" e o cumprimento desta meta, a presidente enviou ao Congresso, paralelamente, um outro projeto para destinar 100% dos royalties do petróleo e recursos do pré-sal em educação.
Meta 1
Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE.
Meta 2
Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.
Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.
Meta 3
Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%.
Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%.
Meta 4
Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os oito anos de idade, durante os primeiros cinco anos de vigência do plano; no máximo, até os sete anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do plano; e até o final dos seis anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do plano.
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os oito anos de idade, durante os primeiros cinco anos de vigência do plano; no máximo, até os sete anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do plano; e até o final dos seis anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do plano.
Meta 6
Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Meta 7
Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb :
Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb :
| Ideb | 2015 | 2017 | 2019 | 2021 |
| Anos iniciais do ensino fundamental | 5,2 | 5,5 | 5,7 | 6 |
| Anos finais do ensino fundamental | 4,7 | 5 | 5,2 | 5,5 |
| Ensino médio | 4,3 | 4,7 | 5 | 5,2 |
Meta 8
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)
Meta 9
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10
Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos, na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio.
Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos, na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio.
Meta 11
Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas.
Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas.
Meta 12
Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13
Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% de doutores.
Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% de doutores.
Meta 14
Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do art. 61 da Lei nº 9.394/1996, assegurando-lhes a devida formação inicial, nos termos da legislação, e formação continuada em nível superior de graduação e pós-graduação, gratuita e na respectiva área de atuação.
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do art. 61 da Lei nº 9.394/1996, assegurando-lhes a devida formação inicial, nos termos da legislação, e formação continuada em nível superior de graduação e pós-graduação, gratuita e na respectiva área de atuação.
Meta 16
Formar, até o último ano de vigência deste PNE, 50% dos professores que atuam na educação básica em curso de pós-graduação stricto ou lato sensu em sua área de atuação, e garantir que os profissionais da educação básica tenham acesso à formação continuada, considerando as necessidades e contextos dos vários sistemas de ensino.
Formar, até o último ano de vigência deste PNE, 50% dos professores que atuam na educação básica em curso de pós-graduação stricto ou lato sensu em sua área de atuação, e garantir que os profissionais da educação básica tenham acesso à formação continuada, considerando as necessidades e contextos dos vários sistemas de ensino.
Meta 17
Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.
Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.
Meta 18
Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.
Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.
Meta 19
Garantir, em leis específicas aprovadas no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a efetivação da gestão democrática na educação básica e superior pública, informada pela prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação, e forma de acesso às funções de direção que conjuguem mérito e desempenho à participação das comunidades escolar e acadêmica, observada a autonomia federativa e das universidades.
Garantir, em leis específicas aprovadas no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a efetivação da gestão democrática na educação básica e superior pública, informada pela prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação, e forma de acesso às funções de direção que conjuguem mérito e desempenho à participação das comunidades escolar e acadêmica, observada a autonomia federativa e das universidades.
Meta 20
Ampliar o investimento público em educação de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.
Ampliar o investimento público em educação de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.
fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-06-03/conheca-as-20-metas-do-plano-nacional-de-educacao.html
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Políticas Publicas Educacionais
Professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), Janine Ribeiro é o atual ministro da educação e assumiu o comando do MEC no lugar de Cid Gomes, que deixou a pasta após um conflito com deputados em sessão da Câmara.
Janine Ribeiro é o quinto ministro da Educação desde o início do primeiro mandato de Dilma Rousseff, em janeiro de 2011.
Secretaria de Educação - MG
Na educação, é necessário garantir a promoção e a universalização do ensino público, com vistas ao pleno desenvolvimento humano e a seu preparo para o exercício da cidadania e para o trabalho, à redução das desigualdades regionais, à equalização de oportunidades e ao reconhecimento da diversidade cultural. Esta é a missão que cabe à Secretaria de Estado de Educação (SEE), que responde por planejar, dirigir, executar, controlar e avaliar as ações setoriais a cargo do Estado relativas à oferta da educação pública.
E Minas Gerais vem se consolidando como o Estado que tem a melhor educação básica do Brasil. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, coloca Minas nas primeiras posições entre os estados do país. De acordo com o Ideb, nos anos iniciais do ensino fundamental, o Estado está na primeira colocação e nos finais, na segunda. No ensino médio, Minas está entre os três melhores do país.
Secretário de Educação de Frutal- MG
O Secretário de Educação de Frutal- MG é o Senhor José Luiz de Paula e Silva.
Plano de trabalho da secretaria - FRUTAL/MG
CURSO DE LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais – para curso de formação de professores entre outro
DOADOR DO FUTURO: Tem como objetivo despertar crianças e jovens para a importância e necessidade da doação voluntária de sangue, de forma consciente e responsável, tornando-os parceiros multiplicadores das informações recebidas e cidadãos cientes da sua responsabilidade na manutenção do estoque de sangue e hemo-componentes.
EDUCAÇÃO PARA A PAZ: Este programa é um pacto de cooperação entre diversos segmentos da sociedade, apoiado pela Secretaria Municipal de Frutal. Sua missão é mobilizar a comunidade para ampliar a compreensão sobre a violência, buscando ações integradas e cooperativas para a construção de uma nova cultura de paz. Desenvolvido nas escolas municipais e em duas escolas estaduais,
XADREZ NA ESCOLA: A Secretaria Municipal de Educação implantou o Projeto Xadrez nas Escolas, visando estimular a concentração, a reflexão, levando o aluno a decisões conscientes, o que representará sensível avanço no seu desempenho escolar.Em sua primeira fase, foram capacitados os educadores multiplicadores e posteriormente o programa se estendeu a alunos da Fase III e Fase IV e de 5ª a 8ª série.
BOM DE BOLA, CRAQUE NA ESCOLA: Tem como objetivo estimular o esporte, o espírito participativo, aprimorando o sentido de liderança e perspicácia dos alunos, auxiliando na construção de cidadãos mais conscientes e participativos. O mesmo acontece uma vez ao ano.
EXPOCIÊNCIA: Este projeto atende às necessidades dos alunos, incentivando-os a desenvolver atividades experimentais, compreendendo cada etapa do trabalho desenvolvido em sala de aula.Sua culminância – a EXPOCIÊNCIA – tornou-se uma grande oportunidade para os educandos, pois eles apresentam seus experimentos, explicando sua elaboração e aplicabilidade. Escola e Comunidade juntas comprovando como a Ciência e a Tecnologia facilita as nossas vidas.
PROJETO PÁTRIA AMADA: Com o resgate das paradas cívicas de sete de setembro, comemorando a Independência do Brasil, com o trabalho de conscientização e propagação da cidadania nas escolas municipais, este projeto tem alcançado êxito, considerando inclusive a reativação das tradicionais fanfarras frutalenses.
OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP) / OLIMPÍADA BRASILEIRA DE LÍNGUA PORTUGUESA / OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA (OBA).
Se eu fosse a secretária de educação do município,daria sequência ao trabalho já exercido. Melhoraria a condição de trabalho do professor, pois com melhores condições de trabalho o desenvolvimento dele e dos alunos seria mais positivo. Investir mais em creches e escolas de educação infantil, pois são as crianças os adultos do futuro. Introduzir aulas de música nas escolas, pois em minha opinião a música abre a mente deixando-a mais apta ao aprendizado. Investir em projetos sociais e de conscientização abrindo os olhos das crianças e jovens para novas culturas e um futuro melhor.
Referências Bibliográficas:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/03/professor-renato-janine-ribeiro-e-o-novo-ministro-da-educacao.html
https://www.educacao.mg.gov.br/component/gmg/story/6963-em-coletiva-secretaria-de-estado-de-educacao-ressalta-avancos-na-proposta-para-a-implantacao-do-piso-salarial-e-melhorias-na-carreira
http://www.frutal.mg.gov.br/Educacao/secretaria-da-educacao.html
http://www.frutal.biz/secretaria-municipal-da-educacao
https://www.educacao.mg.gov.br/sobre/apresentacao
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Ministério da Educação - funções e atribuições
Conforme Decreto n° 6.320, de 20 de dezembro de 2007, responsável pela aprovação da Estrutura Regimental do Ministério da Educação, à Subsecretaria de Planejamento e Orçamento - SPO compete:
I - planejar, coordenar e supervisionar a execução das atividades relacionadas aos Sistemas Federais de Planejamento e de Orçamento, de Administração Financeira e de Contabilidade, no âmbito do Ministério da Educação;
II - promover a articulação com o órgão central dos sistemas referidos no inciso I, informando e orientando as unidades e as entidades vinculadas do Ministério da Educação quanto ao cumprimento das normas vigentes;
III - coordenar a elaboração e a consolidação dos planos e programas anuais e plurianuais do Ministério da Educação e submetê-los à decisão superior;
IV - desenvolver, coordenar e avaliar as atividades de execução orçamentária, financeira e contábil, no âmbito do Ministério da Educação;
V - monitorar e avaliar as metas e os resultados da execução dos planos e programas anuais e plurianuais, em articulação com as demais Secretarias, autarquias, empresas públicas e fundações vinculadas ao Ministério da Educação; e
VI - realizar tomada de contas dos ordenadores de despesa e demais responsáveis por bens e valores públicos e de todo aquele que der causa à perda, extravio ou outra irregularidade que resulte em dano ao erário.
Sem prejuízo dessas competências, a SPO, na condição de órgão setorial integrante dos Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal, da Administração Financeira Federal, de Contabilidade Federal, deve observar também aquelas que lhe foram atribuídas pela Lei n° 10.180, de 6 de fevereiro de 2001, a qual organiza e disciplina esses Sistemas.
Em virtude das práticas de gestão que procura adotar e que visam o fortalecimento da capacidade institucional, a SPO publicou seu Regimento Interno, por meio da Portaria n° 1.891, de 29 de novembro de 2006, no qual consta, com destaque, sua Estrutura Organizacional, acompanhada das competências específicas de suas áreas, bem como as atribuições de seus dirigentes.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=868&catid=350%3Asecretaria-executiva&id=12850%3Acompetencias&option=com_content&view=article
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Visita ao Museu Municipal de Frutal
O Museu Municipal de Frutal foi criado após a inauguração da Casa da Cultura, antigo Paço Municipal, em 16 de agosto de 2005 e tem como objetivo resgatar a história desta cidade.
Vários objetos valiosos e interessantes foram doados por frutalenses que acreditaram e acreditam que esta seja a melhor maneira de se preservar o passado.
O museu conta com duzentas e cinquenta e seis peças variadas que vão desde objetos que foram usados em escritórios e residências, até documentos assinados por Dom Pedro II.
o Museu Municipal de Frutal agrega um acervo diversificado que faz os visitantes voltarem no tempo a fim de reavivarem suas memórias.
O museu também conta com o ARQUIVO PÚBLICO,é uma fonte preciosa de pesquisa e de curiosidades que os frutalenses podem usar sempre que desejarem. Lá encontramos exemplares do final do século XIX,, além dos jornais de veiculação atual; um acervo fotográfico em preto e branco e colorido, uma discoteca com discos em vinil com mais de duzentos LPs, além de documentos da maior importância para a história da cidade.
sábado, 1 de novembro de 2014
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